Estratégia busca ampliar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes, além de facilitar acesso da população a informações sobre imunização

Você já recebeu uma mensagem em seu celular perguntando se é responsável por uma criança ou adolescente e alertando sobre vacinas em atraso? Fique tranquilo. As mensagens são reais e fazem parte da estratégia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) para ampliar a cobertura vacinal e prevenir a reintrodução de doenças graves no DF.

Os comunicados consideram o calendário vacinal de rotina e a faixa etária do público-alvo. São imunizantes que previnem difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite, dengue, pneumonia, poliomielite e diarreias graves.

Segurança

As mensagens são enviadas pelo aplicativo WhatsApp, por ser uma ferramenta de comunicação amplamente utilizada e bem aceita pela população. É importante ressaltar que os comunicados são seguros e não solicitam dados sigilosos ou restritos.

O contato tem caráter informativo e pergunta apenas se a criança ou adolescente já foi imunizado. Caso não tenha ocorrido a vacinação, é questionado se há intenção de comparecer a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualizar a caderneta.

Para o diretor de Estratégia da Saúde da Família da SES-DF, Ricardo Ramos, a ferramenta é primordial para aprimorar os serviços da rede. “O envio de mensagens é uma estratégia para aproximar os serviços de saúde da população, facilitando o acesso à informação e contribuindo para que crianças e adolescentes mantenham a vacinação em dia, de forma prática e segura”, explica.

O sistema utilizado para envio é gerido pela Secretaria de Economia do Distrito Federal (SEEC-DF), que utiliza os dados cadastrados na Secretaria de Saúde.

Não deixe de responder

A iniciativa é adotada desde 2024 e já disparou mais de 6 milhões de alertas sobre imunizantes que não estão em dia. No entanto, apesar do número significativo de mensagens enviadas, somente cerca de 800 mil tiveram interações dos usuários.

Caso não haja interação, as notificações poderão ser cessadas. Por isso, é fundamental que o cidadão responda às mensagens automáticas, pois o sistema também é usado para outras comunicações relevantes.

Dúvidas frequentes

Confira abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes.